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INFORMÁTICA, AS PESSOAS REALMENTE SABEM USAR O COMPUTADOR?

Os computadores vêm se tornando cada vez mais populares em nossas vidas. Cerca de 10 anos atrás começou-se a inclusão digital, onde uma grande parte das pessoas tinham acesso as máquinas que as possibilitavam conversar com pessoas distantes, navegar por temas ainda desconhecidos, ou até mesmo embarcar em jogos com histórias completamente diferentes das vividas no nosso dia a dia. Mas será que hoje, em 2017, as pessoas já sabem usar os computadores e dominar todas as suas funções?

Os celulares deram um segundo “BUM” nessa inclusão digital por volta de 2013/14 com o Moto G, celular de baixo custo que possibilitava os usuários utilizar a maioria das ferramentas oferecidas na loja da Google, fazendo com que muitas pessoas pudessem então entrar de cabeça nesse mundo tecnológico, e os nossos queridos computadores foram deixados de lado dando mais espaço então a esses dispositivos móveis, dando a justificativa de que um celular hoje, pode fazer o mesmo que um computador de mesa, mas será que essa afirmação está realmente correta?

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Os computadores são ferramentas fantásticas que possibilitam quase “tudo” nas mãos de um bom usuário desde edição de vídeos, criação de planilhas, textos e afins, porém, grande parte dos usuários acaba não utilizando a ferramenta em sua totalidade. Por ser uma ferramenta de uso massivo pela população, de maneira geral as pessoas acabam afirmando saber mexer no computador muitas vezes por saberem abrir uma rede social ou abrir um Youtube, quando o compreendimento sobre essa ferramenta fantástica é muito mais complexo.

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Uma das coisas que mais cobro de meus alunos é que sempre entendam os processos das coisas para compreendam o porquê de seus resultados e sem dúvida nenhuma o computador pode ser enquadrado neste mesmo segmento. Saber utilizar algumas ferramentas não torna o usuário um expert no tema, alguma espécie de especialista, muito pelo contrário, é raríssimo para não dizer impossível que alguém tenha compreendimento total do mesmo, no máximo podendo dizer que cada um dos usuários tem habilidades específicas em determinadas ferramentas.

Para finalizar, é importante notar que muitas pessoas tem uma boa usabilidade dessas máquinas, mas precisa-se ter muito cuidado ao afirmar que realmente sabe “Manusear” tal, pois as empresas cobram uma gama grande ferramentas que os usuários mais “casuais” acabam não conhecendo no seu dia a dia, como Power Point e Excel por exemplo, por isso os cursos profissionalizante são tão ativos e importante na vida dos alunos, para que os mesmos possam explorar uma gama ainda maior de possibilidades nessas máquinas para tornar-se um bom profissional preparado para o mercado de trabalho.

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O que é Active Directory, topologia física e lógica?

Introdução

 

 

Pretendo neste artigo discutir o que é Active Directory, quais suas divisões físicas e lógicas, literalmente desmistificar todas as opções.

  • AD, O que é Active Directory, Topologia Física e Lógica
  • AD, O que é Active Directory, ADDS, ADCS, ADFS, ADLDS, ADRMS
  • AD, O que é Active Directory, GC, FSMO e Virtualizaçã
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Você conhece o adobe MUSE?

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O Web Design é uma das áreas de Design que mais vem crescendo nesses últimos anos. Com o avanço da internet para praticamente todo o planeta, ter um site é fundamental para qualquer tipo de profissional ou empresa. Há alguns anos atrás, qualquer pessoa que falasse que tinha um blog/site, era considerado como inovador, e as pessoas se se surpreendiam muito. Já hoje em dia, ter um site é tão normal quanto ter um smartphone.

Muitos designers têm interesse nessa área, mas acham muito complicado ter que aprender as linguagens (HTML, CSS, JAVA SCRIPT…). Para criar uma página na web. Se você é um desses designers, seu problema acabou!

O Adobe Muse é a ferramenta voltada a criação de sites sem código. Isso mesmo que você leu, SEM CÓDIGOS! O Muse, é repleto de recursos especiais para a criação de sites com um visual profissional e completo. Através do software, os designers/desenvolvedores podem combinar imagens gráficos e textos com uma facilidade inimaginável. Como a usabilidade do Muse é simples, profissionais podem utiliza-lo para criar protótipos que precisam ser apresentados rapidamente (para um cliente, por exemplo).

O software foi lançado em 2011, inicialmente como uma versão beta para os usuários testarem. Mas a iniciativa funcionou e o software vem passando por diversas modificações e ficando cada vez mais robusto para os usuários.

Quem já usa as outras ferramentas da Adobe (Photoshop, Illustrator, InDesign…), não sentirá nenhuma dificuldade em utilizar o Muse (já que a Adobe utiliza um padrão para todos os seus softwares).  Além disso, ele permite a interação com outros programas da Creative CLoud; a importação e exportação de arquivos também pode ser feita.

Basicamente, o Adobe Muse se concentra em 4 etapas: Planejamento, Design, Pré-visualização e Publicação. Na fase de publicação, os usuários ainda podem usar o Business Catalyst, o próprio hospedeiro da Adobe, que ainda é de graça. Antes da publicação, ele ainda pode ajustar todo o site e ainda fazer vários testes à procura de possíveis Bugs.

Uma das maiores vantagens do Muse, é a questão do “responsivo” (criação/adaptação de sites para dispositivos móveis). Dentro do software, existe a possibilidade de criar as versões para telefones e tablets já dentro dos padrões responsivo. Caso você crie apenas a versão definitiva (PC), ele ainda permite que você utilize o esquema do site para tablets e telefones.

O Muse é uma ótima ferramenta para desenvolvedores e Web Designers. Devido a sua facilidade, com poucos passos, um site já pode ser criado. Então, se você não conhecia, aproveita e vai explorar esse mundo!

 

Espero ter ajudado com estas dicas e quero ver todos os meus alunos pesquisando mais sobre este assunto, um grande abraço do Professor Rodrigo Salles e fique ligado nas novidades do mundo da web.


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Você sabe o que é e como funciona um VPN?

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Nas últimas aulas o professor Wagner vem ensinando sobre o mundo das Redes Virtuais Privadas. Vamos entender o que é e como funciona:

Uma Rede Particular Virtual (Virtual Private Network – VPN), como o próprio nome sugere, é uma forma de conectar dois computadores utilizando uma rede pública, como a Internet (a rede pública mais utilizada para este propósito). Para ajudar a entender melhor, pense em uma empresa que precisa interligar duas de suas filiais. Existem algumas alternativas para solucionar o problema:

  1. Comprar equipamentos wireless e conectar as filiais por meio de um link de rádio.
  2. Conectar as duas por meio de um cabo de rede, o que pode ser totalmente inviável dependendo da distância entre estas.
  3. Pagar uma linha privada (LP) para que as filiais possam se comunicar.
  4. Utilizar uma VPN.

Estes são os quatro recursos mais utilizados por empresas, mas alguns deles podem se tornar financeira ou geograficamente inviáveis, como é o caso dos itens 12 e 3. A melhor solução, na maioria dos casos, acaba sendo a VPN, pois seu custo é pequeno se comparado as outras opções.

 

Segurança e privacidade

Como a Internet é uma rede pública, é preciso criar alguns mecanismos de segurança para que as informações trocadas entre os computadores de uma VPN não possam ser lidas por outras pessoas. A proteção mais utilizada é a criptografia, pois essa garante que os dados transmitidos por um dos computadores da rede sejam os mesmo que as demais máquinas irão receber.

 

Depois de criptografados, os dados são então encapsulados e transmitidos pela Internet, utilizando o protocolo de tunelamento, até encontrar seu destino.

Falando em tunelamento…

Quando se fala em VPNs, a palavra tunelamento se faz muito presente. O tunelamento consiste em criar um túnel (sugestivo, não?!) para que os dados possam ser enviados sem que outros usuários tenham acesso. A idéia é a mesma de um túnel rodoviário: uma entrada, uma saída e, quem está do lado de fora, não consegue ver quem está passando pelo interior.

Como funciona

Para criar uma rede VPN não é preciso mais do que dois (ou mais) computadores conectados à Internet e um programa de VPN instalado em cada máquina. O processo para o envio dos dados é o seguinte:

1º – Os dados são criptografados e encapsulados.

2º – Algumas informações extras, como o número de IP da máquina remetente, são adicionadas aos dados que serão enviados para que o computador receptor possa identificar quem mandou o pacote de dados.

3º – O pacote contendo todos os dados é enviado através do “túnel” criado até o computador de destino.

4º – A máquina receptora irá identificar o computador remetente através das informações anexadas ao pacote de dados.

5º – Os dados são recebidos e desencapsulados.

6º – Finalmente os dados são descriptografados e armazenados no computador de destino.

Utilização

As redes VPN são muito utilizadas por grandes empresas, principalmente aquelas em que os funcionários viajam com freqüência ou trabalham em casa, por exemplo. Mas nada impede que usuários comuns, no seu dia-a-dia, utilizem as redes privadas virtuais.

No entanto, se o tempo de transmissão dos dados é crucial para a empresa ou para o usuário, este tipo de rede pode não ser o mais indicado, pois elas dependem diretamente da velocidade da Internet disponível, o que pode acarretar em atrasos e problemas sobre os quais o técnico ou usuários não terá controle algum.

 

Conclusão

Para a implementação de redes virtuais privadas é preciso ter um bom domínio do conteúdo de redes como: protocolos, IPs, máscaras de rede, gateways, etc. Além disso, é preciso muito estudo e uma análise criteriosa no que diz respeito à segurança, custos e facilidades que o serviço trará para a empresa.

Mas talvez o mais importante, principalmente se tratando de empresas, seja o desempenho oferecido pelo serviço de redes VPN, uma vez que a transmissão de dados por essas redes normalmente são mais lentos e requer uma Internet razoavelmente rápida.

A melhor forma de decidir se vale ou não a pena é pesar os prós e contras em utilizar VPN e ver qual dos lados pesa mais!

 


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Macros e Hiperlinks no Excel

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Na CD6 os alunos do Professor Matheus do curso de Informática Administrativa aprenderam a trabalhar com a criação de Sistemas automatizados dentro do Excel utilizando o recurso de Hiperlinks e Macros.

Com a utilização desses dois recursos, o Excel passa a ser uma ferramenta muito mais versátil e eficaz, fazendo com que o leque de possibilidades aumente muito para a sua utilização, dando a possibilidade para criação de Sistemas de Estoques, Buscas, Finanças, entre outras vertentes.

Utilizando as dicas dadas em sala de aula, os alunos poderão fazer com que o Excel tenha muito mais autonomia no dia a dia, transferindo o peso acadêmico da ferramenta para algo muito mais cotidiano.


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Atividade de Redes de Computadores

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Os alunos da turma 1864 do curso de TI da CD6 estão mandando muito bem no modulo de Redes de Computadores.

Já na primeira aula, os alunos adquiriram uma boa noção do como funciona a comunicação entre os computadores e os dispositivos em uma rede moderna.

Em uma aula descontraída e com muita informação, conheceram todos os componentes de uma rede e como eles funcionam. Dando assim, a capacidade de projetar tanto infraestruturas pequenas quanto grandes.

Esse é um passo importante e indispensável para nossos futuros profissionais de TI.

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Sistema de Telecomunicação Voip

O uso da internet para comunicações de voz vem crescendo muito e se tornando uma opção muito econômica em relação à telefonia convencional, principalmente nas chamadas interurbanas.

Essa nova tecnologia de telefonia via internet, também conhecida como VoIP (Voz sobre IP) tem sido cada vez mais utilizada dentro das redes de comunicação das empresas. Entretanto, um dos problemas ainda é conciliar a estrutura da telefonia convencional existente com a nova tecnologia de voz, o que significa gastos adicionais para muitas corporações.

Telefonia Convencional

O sistema telefônico mais utilizado nos dias de hoje para estabelecer a comunicação de voz entre dois pontos ainda é o sistema público. Para que se ocorra uma comunicação telefônica, é necessário o estabelecimento de um circuito entre um assinante A (emissor) e um assinante B (receptor).

Essa comunicação telefônica, também conhecida como convencional, é representada pela Rede de Telefonia Pública Comutada (RTPC). Trata-se do serviço de telecomunicações que, por meio de transmissão de voz e de outros sinais, destina-se à comunicação entre pontos fixos determinados, utilizando os processos de telefonia.

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Figura 1 – Estrutura da rede de telefonia fixa convencional

VoIP

VoIP é um conjunto de tecnologias que utiliza a Internet ou as redes IP privadas para a comunicação de voz, substituindo ou complementando os sistemas de telefonia convencionais. Consiste no uso das redes de dados que utilizam o conjunto de protocolos das redes IP para a transmissão de sinais de voz em tempo real na forma de pacotes de dados.

Os termos Telefonia IP, Telefonia Internet ou ainda Voz sobre IP, têm se aplicados à utilização das redes baseadas no protocolo IP, na camada de rede (modelo RM-OSI) para transporte de voz, em especial, através da internet.

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Figura 2 – Modelo de VoIP

Telefonia IP

A telefonia IP é uma modalidade de VoIP, onde o serviço fornecido apresenta qualidade e funcionalidades no mínimo equivalentes aos serviços telefônicos convencionais. O usuário utiliza um telefone IP ou um adaptador IP para um telefone convencional e uma conexão IP de banda larga para se conectar a rede de telefonia IP. Adicionalmente pode acessar o serviço utilizando um computador com um programa especial para esse fim.

No sistema de telefonia IP, os terminais são inteligentes, seu endereçamento independe de sua localização geográfica e o processamento e a realização das chamadas ocorrem em vários equipamentos que podem estar localizados em qualquer parte da rede.

Historicamente a telefonia IP surgiu como uma solução para que as redes de dados existentes pudessem ser empregadas para o tráfego de voz em tempo real. O termo “telefonia IP” representa, justamente, a transmissão de áudio em tempo real nas redes de comunicação de dados. Com essa técnica, o custo de uma ligação telefônica poderia ser diminuído e, além disso, outras funcionalidades poderiam ser agregadas, uma vez que se trabalharia em uma rede amplamente distribuída e com uma tecnologia já bastante conhecida.

O princípio da comunicação da tecnologia IP é basicamente o mesmo da telefonia pública convencional, com algumas diferenças importantes. Por exemplo, na telefonia convencional as centrais telefônicas são hierárquicas e inteligentes. Já na telefonia IP, não há centrais, portanto não há hierarquia e os roteamentos são especializados. Neste caso, para realizar uma chamada, são necessários protocolos de controle e sinalização para executar algumas tarefas como localização do usuário, notificação de chamada, início de transmissão de voz, finalização de transmissão de voz e desconexão.

Um outro detalhe importante é que na telefonia IP a voz é digitalizada e transmitida por pacotes de dados usando o protocolo IP dentro de uma rede que em geral é uma rede privativa ou uma rede onde há garantia do serviço oferecido, isto é, não existem atrasos que comprometam a qualidade da voz transmitida. 

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Figura 3 – Estrutura para telefonia IP

Telefonia pela Internet 

Por este termo nos referimos simplesmente à possibilidade de comunicação entre um computador e um terminal telefônico convencional. 

Para que esta comunicação ocorra é necessário que, de um lado, exista uma conexão pela Internet, através de um computador com um programa que permita esse tipo de conexão ou um outro dispositivo com condições de conectar-se à Internet e realizar a transmissão de dados que conterá a informação da voz. Do outro lado, basta que exista uma central e um telefone convencional.

Convém salientar que, como a voz é digitalizada e transmitida pela Internet como pacotes de dados usando o protocolo IP, neste caso não há garantia de serviço, isto é, dependendo do tráfego na região da Internet em que está havendo a transmissão, podem ocorrer atrasos, o que afeta a qualidade da transmissão.

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Figura 4 – Telefonia pela Internet


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Como anda o mercado digital em 2017

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Estamos no meio do ano e o que mudou no cenário do mercado digital em 2017 até o momento, e o que esperar para o futuro.

Mobile continua forte – seis em cada dez espectadores usam o mobile ao mesmo tempo que assistem TV, 86% dos usuários pesquisam produtos para comprar através do mobile e 2 bilhões de views do YouTube são feitos a partir do celular diariamente. O que podemos extrair com isso é que o mobile continua sendo uma grande aposta pra esse ano.

Investimento em Vídeo – Os vídeos são responsáveis por mais de um terço de toda atividade online existente.

Sites tomando lugar dos aplicativos – A onda de APP’s está passando. Não existe mais a necessidade de instalar um aplicativo pra se ter uma simples informação.

MKT Digital mais forte – O boom das mídias sociais vai aumentar em 2017, com muito mais investimento em marketing digital. Qualquer empresa que não exista na internet, não existe.

Usabilidade – Não adianta ter um site esteticamente lindo se ele não é usável! Se você não tem um sistema indicativo e simples de navegar, você perde acesso, e com isso, dinheiro.

Gerar Conteúdo – E-books, infográficos e ferramentas online são outra grande aposta pra esse novo ano.

 

Espero ter ajudado com estas dicas e quero ver todos os meus alunos pesquisando mais sobre este assunto, um grande abraço do Professor Rodrigo Salles e fique ligado nas novidades do mundo da web.